sexta-feira, 7 de março de 2008

Alizée - Entrevista

P: Alizée é seu nome verdadeiro?
R: Sim, é meu nome verdadeiro. Muita gente pensa que é um nome artístico, mas não, eu chamo-me assim! Gosto muito do meu nome, adoro, ainda mais porque tem uma história bonita por trás dele, os meus pais, super apaixonados por windsurf decidiram chamar-me de Alizée em homenagem aos “ventos alisios”.

P:
Além de cantar de que outras coisas você gosta?
A minha grande paixão é a dança, desde muito pequena eu dançava. Antes de começar a cantar, dançava 7 ou 8 horas por semana, quase todas as tardes. Infelizmente, hoje em dia é muito difícil continuar a dançar assim, porque estou sempre muito ocupada, em turnês, divulgações, cantando... mas assim que tenho um momento livre, aproveito para dançar. Gosto muito de flamenco e jazz.

P:
Qual é a melhor parte de ser cantora?
R: O que eu mais gosto é cantar em público, é uma coisa quee me deixa muito feliz. Fico Sempre um pouco nervosa antes de subir ao palco, mas quando estou lá não consigo parar. Também me fascina gravar, o ambiente do estudio, descobrir as músicas e cantá-las. Adoro ir às secções de gravação, ainda para mais quando é a vez de gravar a bateria. E mais, confesso que adoraria saber tocá-la.

P:
Na Europa e em outras partes do planeta, você tem uma legião de admiradores. O que seus fãs costumam lhe dar de presente?
R: Uma vez eu disse que adorava bonecos de peluche, e desde então é o que eu mais recebo, tenho uma colecção de todo tipo de personagens acompanhados de fotos. E quando me dão declarações de amor em qualquer formato são sempre muito doces.

P:
Qual é o seu ponto fraco?
R: Os doces! Sou uma grande comedora de porcarias, e mais, quando entro numa confeitaria quase sempre saio com um saco enorme! Meu ponto fraco são as gomas e, especialmente, os ursinhos cobertos de chocolate (risos)

P:
Que idiomas você fala?
R: No momento, não há nada melhor que me expressar na minha lingua materna, o francês, porque embora eu entenda um pouco de italiano e esteja num curso de inglês, não há nada como o nosso próprio idioma!

P: Como você se sente ao ouvir que as pessoas de países como Rússia, Noruega e até Japão, cantam as suas músicas num idioma que não tem nada a ver com o deles (Francês)?
R: Fico muito feliz. Quando isso aconteceu com Moi Lolita, a minha primeira música, num país como a Inglaterra, onde isso é quase impossível, me senti a rapariga mais feliz do mundo. Tomara que mais gente se interesse pela cultura do meu país através da nossa música.

Sem comentários: